domingo, 12 de julho de 2015
domingo, 21 de junho de 2015
VODKA
A vodca1 ou vodka (em russo: во́дка; em polaco: wódka) é uma popular bebida destilada, incolor, quase sem sabor e com um teor alcoólico entre 35 e 60%. A
vodca é a bebida nacional da Rússia. O nome vodca é o diminutivo de água ("aguinha")
em várias línguas
eslavas, contudo não se tem certeza da origem
etimológica, que poderia ser apenas uma coincidência. De toda forma, os estudos
mais recentes apontam que a palavra wodka (gorzalka, originalmente) foi
primeiramente utilizada em textos poloneses, sendo o mais antigo datado de
1643.
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sexta-feira, 19 de junho de 2015
RUM
O rum é uma bebida alcoólica obtida
a partir da fermentação do melaço e outros derivados da
produção de açúcar, além do caldo de cana fermentado e posterior destilação. O rum é uma
bebida secular, de características refinadas e aroma suave.
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GIN
Gim ou gin1 é uma bebida destilada à base de cereais. Posteriormente passa por um
processo de infusão com zimbro e
outras especiarias. Tem teor alcoólico entre 40 e 50 graus, dependendo da marca
(teor semelhante a outras aguardentes como vodca, whisky ou cachaça). Teve
origem nos Países Baixos, no século
XVII, mas adquiriu sua forma atual na Inglaterra.
O gim
é conhecido por ser um aguardente aromático. Cada marca se destaca por sua
combinação única de ingredientes, dos quais as bagas de zimbro são
obrigatórios, por lei. Outros ingredientes podem ser utilizados por cada marca
para obter características próprias. Entre os ingredientes mais usados, além do
zimbro, estão a canela, cascas de frutas cítricas, sementes de coentro, pimenta
da jamaica, raiz de alcaçuz, pimenta do reino, cassia, cascas de laranja, farinha de amêndoa e
outros.
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CONHAQUE
O conhaque, brandy ou brande1 é o produto decorrente da destilação de vinho, geralmente contendo cerca de 40–60% de
graduação alcoólica por volume. O nome em português é derivado da palavra francesa cognac, um tipo de conhaque com indicação geográfica da região homônima da França.
Além do vinho, esta bebida
destilada pode ser feita com suco de fruta fermentado (no caso da uva normalmente são utilizadas apenas espécies
viníferas). É usualmente degustado após as refeições.
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quinta-feira, 18 de junho de 2015
MEDRONHO
A aguardente de medronho é uma aguardente de fruta tradicional feita a partir do
fruto do medronheiro (medronho) típica das serrasalgarvias em Portugal.
Os medronheiros crescem selvagens em solos pobres nas regiões rurais, como o Alentejo e Algarve interior.
Não há
nenhum plantio comercial (plantações)
de medronheiro e os frutos são colhidos pelos agricultores locais e processados
por particulares. Muito poucos agricultores têm uma licença para destilação,
mas são toleradas para que essa especialidade portuguesa se mantenha viva.
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VINTAGE
O Vinho do Porto é um vinho natural
e fortificado, produzido exclusivamente a partir
de uvas tintas provenientes da Região Demarcada do Douro,
no Norte de Portugal a
cerca de 100 km a leste da cidade do Porto.1 Régua e Pinhão são os principais centros de produção,
mas algumas das melhores vinhas ficam na zona mais a leste.
Apesar de produzida com
uvas do Douro e
armazenada nas caves de Vila Nova de Gaia,
esta bebida alcoólica ficou conhecida como "vinho do Porto" a partir
da segunda metade do século XVII por
ser exportada para todo o mundo a partir desta cidade. Vila Nova de Gaia é o
local com maior concentração de álcool por metro quadrado do mundo.
A designação Vintage é a classificação mais alta que pode ser
atribuída a um vinho do Porto. Considera-se Vintage o vinho do Porto obtido da
colheita de um só ano, e é uma denominação atribuída apenas em anos
considerados de excepcional qualidade. Sofrem um envelhecimento em casco por um
período máximo de dois anos e meio, sendo posteriormente envelhecidos em garrafa.
O seu potencial de
envelhecimento é enorme sendo por isso recomendável a sua guarda por um período
nunca inferior a 3 a 4 anos em garrafa. Este vinho deve-se tomar só depois das
refeições e pequenas quantidades.
Com o envelhecimento em
garrafa torna-se suave e elegante, desaparecendo gradualmente a adstringência
inicial. Adquire, por isso, um aroma equilibrado, complexo e muito distinto.
Aos Vintage com alguns anos em garrafa estão associados aromas de torrefação
(chocolate, cacau, café, caixa de charutos, etc.), aromas de especiarias
(canela, pimenta,...) e, por vezes, aromas frutados.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Definir saudade?
Não consigo. É dos sentimentos mais avassaladores que existem.
Como se descreve o vazio? O silêncio? A ausência? O pedaço de nós que se ausentou?
Saudades não é só sentir falta de alguém. É sentir a falta de alguém em nós. Dentro de nós. É ter saudades de nós com alguém. É o estar por estar, e o ser por ser.
Como se traduz em palavras aquilo que a saudade corta sem nada nos tocar. Que fere. Que magoa. Que esvazia. Que ecoa. Que enlouquece.
Nada disto se assemelha à saudade que sinto. São pequenas as palavras que a descrevem.
Definir saudade? Não me é possível. Talvez por a sentir tão em mim. Talvez porque me toque na pele todos os dias. Saudades. Infindas. Sempre!
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Queria
beijar-te
Tocar o meu corpo no teu
Como um rio a desaguar num mar revolto
Queria amar-te
Amar-te assim
Eternamente como uma noite de luar
Assim deve ser o amor
Dois corpos unidos numa só carne
Tão perene
Solene como a chuva que cai lá fora
Nas ruas de uma cidade deserta
Amar-te assim
De olhos fechados
Palpando a tua alma
Como se toda ela fosse matéria perecível
Amar-te como as montanhas
Amam o por do sol de cor escarlate
Quero- me unir a ti
Unidos num só corpo
E construir palavra a palavra
O poema mais que perfeito
A cada estrofe a cada rima
Fazer amor com as palavras
Fazer amor com a tua pele
Quero construir para ti o verbo amar
Inventar novas palavras
Para o significado de amar
Versar o teu rosto mais que perfeito
Condensar-te num poema
E assim loucamente
Amar-te eternamente
Tocar o meu corpo no teu
Como um rio a desaguar num mar revolto
Queria amar-te
Amar-te assim
Eternamente como uma noite de luar
Assim deve ser o amor
Dois corpos unidos numa só carne
Tão perene
Solene como a chuva que cai lá fora
Nas ruas de uma cidade deserta
Amar-te assim
De olhos fechados
Palpando a tua alma
Como se toda ela fosse matéria perecível
Amar-te como as montanhas
Amam o por do sol de cor escarlate
Quero- me unir a ti
Unidos num só corpo
E construir palavra a palavra
O poema mais que perfeito
A cada estrofe a cada rima
Fazer amor com as palavras
Fazer amor com a tua pele
Quero construir para ti o verbo amar
Inventar novas palavras
Para o significado de amar
Versar o teu rosto mais que perfeito
Condensar-te num poema
E assim loucamente
Amar-te eternamente
terça-feira, 7 de outubro de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Fecho os olhos
e te sinto chegar devagarinho...
E, com um beijo apaixonado,
vou me prendendo aos teus carinhos.
Olhar sedutor,
boca sedenta de amor,
cheiro de prazer,
vontade de te ter!
Vou me perdendo nos teus beijos,
me aquecendo nos teus abraços,
me inspirando nos teus desejos.
me entregando às fantasias...
Sinto tuas mãos quentes deslizando
pelo meu corpo,
tua respiração ofegante...
Sinto o meu corpo tremer
e passo a delirar de prazer!
Amor selvagem!
Irresistível, apaixonado,
terno e carinhoso,
com gostinho de quero mais!
É assim que te imagino, meu amor!!!
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Foto Fernando_Amaral_SIEL; Kallianne
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Sinto a tua pele e sinto que vamos a tempo;
é quando sinto a tua pele que sinto que vamos a tempo;
deliciosamente a tempo;
pornográficamente a tempo.
Se não é pornográfico: então não é amor.
O cheiro;
o cheiro a tudo.
Se cheira a tudo, se sabe a tudo, se rasga tudo, se pisa tudo, se come tudo, se quer tudo, se te faz tudo: então é tudo.
Se é tudo: então é amor.
é quando sinto a tua pele que sinto que vamos a tempo;
deliciosamente a tempo;
pornográficamente a tempo.
Se não é pornográfico: então não é amor.
O cheiro;
o cheiro a tudo.
Se cheira a tudo, se sabe a tudo, se rasga tudo, se pisa tudo, se come tudo, se quer tudo, se te faz tudo: então é tudo.
Se é tudo: então é amor.
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Foto net,
Pedro Chagas Freitas
segunda-feira, 23 de junho de 2014
somos o que somos, no que tornamos, nao pela forma como cresçemos, mas sim como encaramos a vida... somos o que somos, nao pela educaçao que nos dao, mas sim pela maneira como nos vamos, educando ao longo da vida. O que ontem foi um pensamento bom, hoje ja pode nao ser nada... somos o que somos, no que vamos nos transformando com o passar dos dias, e como vamos tendo certas atitudes! Todos os dias o mundo a nossa volta se transforma, tal como as nossas vidas, pois quando damos por nos, ja nao somos quem eramos ontem. Cresçer, desenvolver, criar, lutar, sobreviver... o que sou hoje, nao era ontem, e acredito... que nao o serei amanha! Mas hoje sei quem sou, e aproveito cada momento para assim aprender, o que hoje me vai ensinar. Porque amanha, ja nao sou o que hoje sou... Acredito, que quero ser melhor amanha, do que sou hoje... e todos os dias, quero me melhorar, como ser e mulher! Somos como somos, porque somos nós, que nos transformamos, todos os dias no que somos....
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Se o mundo não tivesse palavras
a palavra do mar, com toda a sua paixão,
bastava. Não lhe falta
nada: nem o enigma nem
a obsessão. Entregue ao seu ofício
de grande hospitaleiro
o mar é um animal que se refaz
em cada momento.
O amor também. Um mar
de poucas palavras
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Casimiro de Brito,
Foto net
sábado, 31 de maio de 2014
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Em caso de dor ponha gelo
Mude o corte de cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema dê um sorriso
Ainda que amarelo, esqueça seu cotovelo
Se amargo foi já ter sido
Troque já esse vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada mil lágrimas sai um milagre
Caso de tristeza vire a mesa
Coma só a sobremesa coma somente a cereja
Jogue para cima faça cena
Cante as rimas de um poema
Sofra penas viva apenas
Sendo só fissura ou loucura
Quem sabe casando cura
Ninguém sabe o que procura
Faça uma novena reze um terço
Caia fora do contexto invente seu endereço
A cada mil lágrimas sai um milagre
Mas se apesar de banal
Chorar for inevitável
Sinta o gosto do sal do sal do sal
Sinta o gosto do sal
Gota a gota, uma a uma
Duas três dez cem mil lágrimas sinta o milagre
A cada mil lágrimas sai um milagre.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
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