jinhos muitos...
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
sábado, 4 de dezembro de 2010
SETE Maravilhas de Portugal
1)
Torre de Belém

A Torre de Belém foi construída na era das Descobertas (quando a defensa da cidade era de extrema importância) em homenagem ao santo padroeiro da cidade, São Vicente. Para melhorar a defesa de Lisboa, o rei João II desenhou um plano que consistia na formação de uma defesa constituída por três fortalezas junto do estuário do Tejo. Formava um triângulo, sendo que em cada ângulo se contruiría uma fortaleza: o baluarte de Cascais no lado direito da costa, a de S. Sebastião da Caparica no lado esquerdo e a Torre de Belém na água (já mandada construir por D. Manuel I). Este monumento está repleto de decoração Manuelina que simboliza o poder do rei: calabres que envolvem o edifício, rematando-o com elegantes nós, esferas armilares, cruzes da Ordem Militar de Cristo e elementos naturalistas. Com o passar do tempo, e com a construção de novas fortalezas, mais modernas e mais eficazes, a Torre de Belém foi perdendo a sua função de defesa.Durante os séculos que se seguiram, desempenhou funções de controle aduaneiro, de telégrafo e até de farol. Foi também prisão política, viu os seus armazéns transformados em masmorras, a partir da ocupação filipina (1580) e em períodos de instabilidade política. Finalmente, em 1983 a UNESCO classificou-a Património Cultural de Toda a Humanidade.
domingo, 20 de junho de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
B

O certo é que a realidade real
difere da realidade pensada.
Os homens não esperam mesmo nada.
Eu é que espero, e esse é todo o mal.
Agravo a dor do mundo imaginando-a;
coro de sangue e febre os olhos distraídos;
construo a voz amarga, implico-a de sentidos,
pisando-a, triturando-a, macerando-a.
O Mundo é corpo. É um corpo sem forma nem limites.
É como corpo, nele,
uns são carne, outros pele,
outros ventre, repleto de apetites,
outros sexo, outros boca, outros retina,
outros músculo tenso e força bruta.
Cada um seu sistema determina.
Cada qual a seu modo se executa.
....
sábado, 19 de setembro de 2009
ee

Não sou a areia
onde se desenha um par de asas
ou grades diante de uma janela.
Não sou apenas a pedra que rola
nas marés do mundo,
em cada praia renascendo outra.
Sou a orelha encostada na concha
da vida, sou construção e desmoronamento,
servo e senhor, e sou mistério.
A quatro mãos escrevemos o roteiro
para o palco de meu tempo:
o meu destino e eu.
Nem sempre estamos afinados,
nem sempre nos levamos
a sério.
onde se desenha um par de asas
ou grades diante de uma janela.
Não sou apenas a pedra que rola
nas marés do mundo,
em cada praia renascendo outra.
Sou a orelha encostada na concha
da vida, sou construção e desmoronamento,
servo e senhor, e sou mistério.
A quatro mãos escrevemos o roteiro
para o palco de meu tempo:
o meu destino e eu.
Nem sempre estamos afinados,
nem sempre nos levamos
a sério.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
aa
"Felicidade deveria ser palpável. Uma coisa que pudesse segurar e pôr em algum lugar seguro, como uma caixa com tampa ou uma garrafa com rolha. E, mais tarde então, quando estivesse muito triste, que fosse possível tirar, olhar, sentir, cheirar e ser feliz novamente"
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Victoria (Rosamunde Pilcher)
terça-feira, 9 de junho de 2009
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