sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

:(



Sinto-me só. Meia na escuridão!
Preciso de ti... à noite é muito pior!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

:(



Como se o teu amor tivesse outro nome no teu nome,
chamo por ti; e o som do que digo é o amor
que ao teu corpo substitui a doçura de um pronome
- tu, a sílaba única de uma eclosão de flor.

Diz-me, então, por que vens ter comigo
no puro despertar da minha solidão?
E que murmúrio lento de uma cantiga de amigo
nos repete o amor numa insistência de refrão?

É como se nada tivesse para te dizer
quando tu és tudo o que me habita os lábios:
linguagem breve de gestos sábios
que os teus olhos me dão para beber.

silence





quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

%
In true love the smallest distance is too great, and the greatest distance can be bridged









terça-feira, 13 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

x



Como a névoa não deixa cicatriz
Nas colinas onde o verde mora,
Assim meu corpo não deixará cicatriz
No seu, nem nunca nem agora.

Quando vento e falcão se encontram,
O que conter depois que comece?
Assim como a gente se encontra,
E depois que se solta, adormece.

Como tantas coisas a acontecer
Sem lua, com as estrelas por um triz,
Assim a gente irá acontecer
Quando um de nós não mais se diz.