sábado, 24 de janeiro de 2009

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Deixa que meus versos
Acariciem teu pescoço
Para que cada palavra de minha boca
Busque os segredos profundos de tua pele.
Em verbos e adjectivos
Mapearei a geometria de tuas formas
Delirando entre sonhos e verdades
E desejos
E loucuras
E vivências.
Entre o toque da caneta no papel
E o de minha língua em tua língua
Vai uma distância tão curta
Que escala alguma representará.
Derrubando fronteiras
Com rios de prosa e versejar
Traçarei meandros de corpos em corpos
Estremecendo as atmosferas de nossos toques.
E quando o último verso meu
Escorregar de tuas pernas
Eu me afastarei
E contemplarei
Cada linha eterna de tua beleza,
Eternamente gravadas em mim.
E saberei não haver distância
Entre minhas palavras e tua boca.
.

4 comentários:

Ana Oliveira disse...

Naft

Bom dia

Adorei a tua leoazinha, andando com o seu ar seguro e arrogante...

Linda esta imagem, e o poema, vou guardar o nome do autor, para conhecer melhor.

Beijos

Ana

Geninho disse...

Belo poema...
Seguro de si, forte em palavras e em atos..
Muito bom!

NAFTAMOR disse...

Ana,

Boa noite,

A leoa levou todo o tempo andando, procurando a ver se via e cansou, ficou amuada, triste e pensou - "ninguém", "ninguém" vêm!!!

O poema, ah!! o poema é lindo e faz pensar....

♥♥♥

Um beijo

NAFTAMOR disse...

Geninho,

:)